domingo, 17 de julho de 2011

PERIGO À POPULAÇÃO

Por que ser contra abertura de novos cursos de Medicina no Brasil?
O Conselho Federal de Medicina e 27 conselhos regionais assim se pronunciaram.
Há falta de critérios para a abertura de novos cursos, contribuindo para a má formação de médicos.
Há 347 mil médicos no país. Cada ano se forma 16 mil. 72% nas regiões Sul e Sudeste. No momento a média nacional é de 01 médico para 578 habitantes. Então não há falta de médicos. O problema é a má distribuição dos mesmos.
O problema é a falta de recursos no SUS, um plano de carreira para os profissionais de saúde, uma melhor gestão e oferecer um infraestrutura digna como exames, hospitais, ambulatórios, aparelhagem.
Nos grandes centros não há falta de médicos. Há uma fuga para convênios e particulares. As filas estão aí. Os corredores com macas. Cirurgias marcadas em longo prazo, tratamentos de cânceres empurrados para datas posteriores. Com doença não se brinca.
Em regiões brasileiras não há médicos.
A duplicação de faculdades não solucionou a má distribuição, mantendo a desassistência.
De 2000 a 2010 foram criadas 80 faculdades. Muitas delas não têm instalações adequadas, ambulatórios e hospitais precários, conteúdos pedagógicos não qualificados.
O MEC está colaborando com a má formação de médicos.

Trecho resumido da revista de junho do CREMERS

ACRESCENTO: CRIAR MAIS RESIDÊNCIAS MÉDICAS.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

flores

Prefiro receber uma rosa e uma palavra amiga de um(a) amigo(a)enquanto estou neste mundo, do que um caminhão de coroas de flores quando eu me for .

sábado, 4 de junho de 2011

CARDÁPIO COM MANDIOCA

Por brincadeira fizemos um cardápio com pratos com mandioca. Ficou divino, Não fizemos uma segunda vez. Se assim fizermos vamos tirar as fotos de cada prato. Saúde é o que interessa. ZOOM ...

CARDÁPIO À BASE DE MANDIOCA
Organizado por Dorilda e Norma

ENTRADA:
Mandioca frita

PRATOS:
Ovelha atolada – ensopado de costela ou chuleta com mandioca
Carreteiro – costela de ovelha com arroz
Nhoque – feito com mandioca com vagem, ervilha, cenoura.
Cabeça de vovó – purê de mandioca com carne moída mais gemas cozidas.
Torta de língua – língua cozida, passada na máquina, mandioca esmagada.
Salada de virgem: mandioca, palmito, claras cozidas, chuchu branco, couve-flor, peito de frango desfiado, ovo de codorna, maças, iogurte natural.
Bolinho de mandioca.
Repolho mexido: farinha de mandioca, bacon, ovo mexido.
Mandioca cozida: mais tempero verde, margarina.
SOBREMESA:
Sagu
Creme de mandioca com pêssego
Bolo de mandioca
Mandioca com melado (cana)
Pudim de mandioca.

Detalhes:
Mandioca cozida e esmagada:
Nhoque, cabeça de vovó, torta de língua e bolinho de mandioca

Mandioca ralada:
Creme de mandioca, pudim.

Mandioca cozida:
Com tempero verde, com melado, salada de virgem.
Mandioca crua:
Ensopado

Mandioca frita: entrada (pode ser pré-cozida).

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sábado, 7 de maio de 2011

M DE MÃE


Maio, mês mariano.
Maio, mês das mães.
Maio, meu mês. 
M dos meses: março da mulher e maio das mães.
O momento merece uma memorável meditação.
 Memorize teu modo de meter-te no mundo. Tu, na Maternidade, mamas no mamilo de tua mãe; é a matéria-prima do mamífero. Tua mãe, com mãos meigas te mima.
Na magia de múltiplas manhãs ela maneja com mansidão, teu manguito molhado.
Mãe mostra teus malabarismos para manter tua moradia.
Mãe magnífica, manobras aquele maltrapilho que por ti margeia.
Mãe mestra, muda as macaquices de uma multidão de malcriados.
Mãe mimosa, muralha que se mantém, mormente os maremotos destes modernismos mesquinhos.
Mãe, que com mil métodos e maneiras modificas esta mocidade de mente e miolo mole em maduros mortais.
Mamãe, ora modelo de meiguice, ora montanha de mineral, merengue e mel.
Mil mensagens musicais.
Maria, Mãe da maioria das mães, mantenha sob teu manto, o maravilhoso mandamento de Ser Mãe.

BENDITA SÃO LUIZ

As temeridades não irão acabar. Mas, por enquanto, nesta terra...
Venta, faz sol, calor intenso. Vem a chuva. Podem ser vistos relâmpagos. Poucos raios. Ouvir trovões. Granizo que encanta as crianças. Garoas. Frio congelante. Neve rara.
O missioneiro sãoluizense conhece todas as variações climáticas.
“Bendita São Luiz, ó solo sagrado”.
As águas pluviais correm para os rios. Escoamento pluvial mereceria melhor atenção. Ainda bem que o cidadão missioneiro é educado. Não joga lixo nas calçadas. Está diminuindo o uso de sacos plásticos. Acondiciona bem o lixo. Põe na sua lixeira em frente à sua casa. Está abandonando o vício do tabaco. Assim, restos de cigarro não ficam espalhados pelo chão. Garrafas plásticas têm o destino correto.
“Bendita São Luiz, ó povo nobre e altaneiro, que o teu chão missioneiro trabalha e bendiz”.
Não demorará muito e empresários, Poder Público e as afamadas forças vivas da comunidade planejarão um aterro sanitário, um tratamento do esgoto cloacal e, consequentemente uma árvore de canos debaixo da terra. Por sinal, vai contra a visão de político. Canalização não aparece. Esgoto não dá voto. Mas aqui o povo tem raça, pois “uma cruz sobrepaira, serena, dando origem, no azul do brasão, dos mistérios da cruz de Lorena que alguém trouxe e plantou neste chão”.
Causas triviais de diarréias serão esquecidas. Desidratação rara. Crianças vacinadas. Moradias terão canalização paralela: água tratada e água pluvial. Estas águas das chuvas serão usadas para limpeza de calçadas, vasos sanitários. Engenheiros sempre atentos, pois “esta terra onde o povo se ajoelha em memória de seus ancestrais, nossa história deixou-a vermelha com o sangue dos índios, seus pais”, têm a proteção divina não ocorrendo grandes devastações como se tem visto em outros pontos do país.
Pequenos rios como Ximbocu, e rios mais caudalosos como Piratinin, Icamaquã olham de soslaio a zona urbana situada numa coxilha, protegida por grandes chuvaradas. Dá lugar a “verdes campos de trigo e soja, céu azul no infinito arrebol, é São Luiz que esperanças apoja com suor das colméias ao sol”.
“Bendita São Luiz ó chão abençoado do sul do meu país”.
Obs: versos assinalados de José Hilário Retamozo do Hino de São Luiz Gonzaga